Artigos por "Criação de Sites"

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Investir em anúncios pagos sem a orientação correta aos buscadores é um mau negócio. Neste post falarei sobre técnicas de como reduzir os custos em mídia paga. Importante lembrar que SEO não é de graça, tudo vai depender da criatividade e do nível de capacitação do profissional que irá atender seu negócio.

DE GRAÇA?
A grande maioria das empresas investe rios de dinheiros em mídia paga, porém não orientam a estrutura de seu site, ou e-commerce para o Google e outros buscadores.
Sabia que é possível aparecer sem pagar para os buscadores? De cada 13 resultados de busca, normalmente 10 são orgânicos, ou gratuitos. Os buscadores fazem isso, para manter a qualidade dos resultados de busca, porque eles "escolhem" os melhores sites em determinado tópico, para apresentar em suas páginas de busca.
Se sua empresa faz qualquer investimento em mídia paga, antes de estruturar seu site para os buscadores, lamento dizer, mas está jogando dinheiro fora. Estratégias de conteúdo, como SEO devem começar mesmo antes de desenvolver o Website de seu negócio.
É muito importante fazer um trabalho de keyword Planning e estruturar toda a interface e o código para obter melhores resultados e reduzir custos de mídia.
O investimento de mídia de um e-commerce normalmente custa entre 10% e 20% do faturamento da operação. Buscadores como Google, Bing e Yahoo! avaliam a qualidade do conteúdo da página de destino antes de determinar o valor do CTR (Custo por click, de determinada palavra-chave). Por isso, deve-se desenvolver uma estratégia de SEO antes de começar a pagar por mídia.

SEO FUNCIONA?
Essa é uma dúvida que intriga a maioria dos gestores web. Os buscadores, como Google, Bing e Yahoo!, são Softwares (Crawlers, Spiders, etc), que acessam e aplicam complexos cálculos em toda a rede frequentemente para determinar qual website possui maior relevância em determinado assunto.
Como são algoritmos que determinam a relevância de um website, existem padrões que são analisados para que esse algoritmo determine qual site entrega um conteúdo mais assertivo que outro. É possível aumentar a relevância de seu domínio fazendo um trabalho estruturado de SEO.

SEO AJUDA O MEU NEGÓCIO?
SEO pode ser aplicado em qualquer tipo de segmento de empresas na internet. Desde lojas virtuais (e-commerce B2B e B2C), sites institucionais, indústrias, escolas, faculdades, instituições de ensino a praticamente todos os tipos de produtos e serviços divulgados na internet.

BENEFÍCIOS DE UM TRABALHO DE SEO

  1. Redução do investimento em mídia paga (Mais acessos orgânicos e menor custo para posições em Adwords)
  2. Inteligência contra concorrentes (A análise de concorrentes nos permite entender quais são as palavras-chave, produtos e categorias que eles utilizam e os pontos estratégicos para competir em acessos orgânicos)
  3. Com um treinamento de conteúdo e cadastro de produtos para SEO (E-commerce), todo o seu time estará conscientizado e capacitado para subir imagens, conteúdo, produtos e outras informações da maneira correta (Depois de ter a loja no ar, operações precisam refazer milhares de cadastros de produtos para adequá-los aos padrões Google).
  4. Maior lucratividade: O trabalho de posicionamento orgânico influencia no canal de maior lucratividade de uma loja (Acessos orgânicos e diretos), porque uma página bem posicionada, seja departamento, categoria, ou produto, tende a gerar receita por muito tempo sem investimento de mídia.

COMO FUNCIONA UM PLANEJAMENTO DE SEO?
Um plano de SEO deve passar por diversas fases: Benchmarking, Análise de Concorrência, Tecnologia e Performance, Hierarquia de Conteúdo, Keyword Planning, Avaliação e prospecção de Back-links, otimização Google My Business, etc. Todas essas fases devem ser ordenadas e executadas de acordo com a característica de cada negócio e projeto.

NÃO FAZ SEO AINDA?
Se sua empresa ainda não faz SEO, vocês devem procurar uma empresa especialista no assunto. Existe também uma gama de material disponível na internet, inclusive o próprio Google disponibiliza um guia de otimização gratuitamente para você orientar seu site para os buscadores, então, para de jogar dinheiro fora investindo rios de dinheiro em mídia paga!

FONTE: Administradores

Os sites que não são adequados para serem lidos em smartphones perderão espaço no resultado das buscas em smartphones.

O Google alterou o seu algoritmo para os resultados de buscas em dispositivos móveis. Assim sendo, em breve, os sites desenvolvidos a partir dos princípios “mobile-first”, ou seja, amigáveis para dispositivos móveis, serão priorizados nas pesquisas feitas em celulares.

Deste modo, os sites que não são adequados para serem lidos em smartphones perderão espaço no resultado das buscas em smartphones.

Conforme o próprio Google, a equipe de pesquisa está passando por sites para ver quais estão prontos para a “indexação mcbile-first”. O termo em questão é usado para o novo método do Google para priorizar o conteúdo móvel e assim posicionar os sites em resultados de pesquisa móvel.

“Atualmente nossos sistemas de rastreamento, indexação e classificação geralmente examinam a versão desktop do conteúdo de uma página, o que pode causar problemas para pesquisadores móveis quando essa versão é muito diferente da versão móvel. A indexação mobile-first significa que usaremos a versão móvel do conteúdo para indexação e classificação, para melhor ajudar nossos usuários, principalmente móveis, a encontrar o que estão procurando”, disse o Google.

Vale mencionar que o Google, no final de outubro, revelou outra mudança em seu motor de buscas, deixando com que a escolha dos primeiros resultados em serviço do país em questão não seja indicado pelo domínio, mas sim pela localização do usuário.

FONTE: oficinadanet

Segundo estudo, para alcançar melhores resultados em 2012, microempresas pretendem investir pesado em ferramentas online 

A empresa Schedulicity, especialista em desenvolvimento de microempresas, divulgou o resultado de uma pesquisa no site Eweek. O estudo aponta quais serão os maiores objetivos das pequenas empresas em 2012, já que 91% das companhias entrevistadas esperam melhor desempenho para este ano. 

Segundo o estudo, cerca de 66% das empresas esperam que 2012 ofereça um ambiente econômico melhor. Porém, 8% dos entrevistados acreditam que a economia será ainda pior em 2012 e 26% disseram que a economia do mundo deve se manter inalterada. 

Quando questionados sobre os principais objetivos de negócios para este ano, a maioria dos participantes classificou o crescimento da receita e lucro como maior prioridade, enquanto o corte de despesas ficou em último lugar no top 5. A partir deste resultado, a pesquisa perguntou quais eram as expectativas de crescimento de cada uma das empresas. 39% esperam crescer de 10 a 25%, enquanto 26% afirmam que terão um ano incrível e conseguirão aumentar em até 50% o seu faturamento. 

Das companhias mais otimistas, que aguardam uma melhora na economia mundial, 40% esperam contratar cerca de 2 a 5 funcionários novos, em média. Para uma pequena empresa este número representa um aumento de até 70% no time de funcionários. 

Por fim, o estudo abordou quais as ferramentas que serão utilizadas em 2012 para que as companhias atinjam seus objetivos. As mídias sociais, email marketing e SEO (otimização para mecanismos de busca - veja algumas dicas de SEO aqui) foram os três recursos que tiveram melhor classificação no ranking. 

"Enquanto 2011 foi um ano de reconstrução ou início para pequenas empresas, 2012 será o ano do desenvolvimento”, comentou Jerry Nettuno, CEO da Schedulicity. "A prosperidade está próxima e as pequenas empresas estão sinalizando isso para o mercado. A recuperação está progredindo", concluiu. 

Sua operação é organizada, a precificação está correta e a logística é eficiente. Está tudo certo, agora é só esperar os lucros. Só que eles não vêm e sua loja virtual não decola.

Para ajudá-lo a resolver esse mistério, compilamos aqui erros comuns que empreendedores cometem na internet (e nem sempre se dão conta). Confira, abaixo, cinco situações que você deve evitar para ter sucesso no mundo do comércio digital.

Plataforma e loja virtual ruins
Quem está dando os primeiros passos como empreendedor digital pode ficar confuso com o mundo da internet. Antes de vender, o empreendedor precisa decidir em qual plataforma vai colocar seu site, onde vai hospedá-lo (esse serviço é chamado de host) e criar a loja virtual em si.
Se pesquisar, o empreendedor vai descobrir que há ferramentas simples e intuitivas que permitem que ele lance sua loja virtual no mercado. Mas isso tem um limite.

“Ainda existe a ideia de que para a loja virtual é só usar qualquer plataforma e 
fazer um site rápido que vai dar dinheiro.
A realidade não é assim”. 

“O ‘faça você mesmo’ tem um limite. É muito útil para colocar o site no ar, mas depois você vai precisar da ajuda de empresas especializadas (a LD SITES por exemplo) para oferecer um serviço de qualidade e ter resultados positivos”,

Você vai precisar gerenciar a loja, então, seja realista sobre os seus conhecimentos. É melhor contratar alguém que saiba mexer do que assumir, você mesmo, a tarefa e não conseguir fazer nada direito.
Pensando apenas na plataforma, é bom analisar como ela vai se comportar em longo prazo, quando a loja crescer. Avalie desde o começo se a plataforma vai dar conta de um tráfego maior e como você deve proceder no caso de migrar para outra compatível.
Uma plataforma que atende esses requisitos é o UOL Host. Você pode escolher planos de acordo com o tamanho do seu negócio e do seu mix de produtos e ainda tem um pacote de vantagens que envolve e-mails com domínio personalizado, suporte técnico 24 horas por dia, integração com redes sociais e com instrumentos de pagamento reconhecidos como o PagSeguro, cálculo automático de frete com sistema dos Correios, selo de segurança do E-bit e produtos incluídos na página do Buscapé.

Falhar no suporte técnico
Na internet, o cliente não fala cara a cara com um vendedor, mas continua precisando tirar dúvidas sobre o produto. Não ter um atendimento rápido e eficiente, que mostre ao cliente que sua loja é confiável e de qualidade, pode estar acabando com suas vendas. Sempre converse com os clientes. Se você não tiver tempo para isso, contrate uma equipe que faça isso por telefone, por e-mails ou via chat. Isso vai garantir que o consumidor se sinta mais seguro para comprar com você, além de aumentar as chances de ele lembrar da sua loja se precisar comprar novamente.

Não dar ouvido às reclamações
Recebeu um comentário negativo? Converse com o cliente. Localizou uma reclamação? Solucione o problema. Isso não só para reverter problemas e, com sorte, até fidelizar o cliente, mas também para evitar que novos consumidores desistam de comprar com você por ver que sua loja é cheia de reclamações que, para piorar, não recebem nenhuma atenção. Uma vez no meio virtual, essas informações, que podem prejudicar a imagem da sua loja, geralmente não podem ser apagadas, mas é sua obrigação mostrar que você está atento a eles e solucionar os problemas.

Dar foco à loja física
Se você tem uma loja virtual é porque quer vender pela internet, certo? Bem, deveria ser assim, mas tem muita gente que ainda acha que um comércio digital serve apenas para divulgar a loja física. O dono da Empório do Lazer pensava assim. No site dele tudo fazia o cliente querer desligar o computador e ir para a loja física. Ele justificava essa atitude como uma forma de dar certa credibilidade à marca e mostrar ao consumidor que, se ele precisasse, poderia ir pessoalmente à loja física. Mas isso só quando ele precisasse. A linha entre informar que você comercializa em um endereço físico e dizer ao cliente que ele deveria ir até lá para comprar é tênue e perigosa, fique atento para não cair na mesma roubada e exagerar nas menções à loja física.

ANTES

DEPOIS


No layout menos é mais
Outra ilusão dele era que lotar o site com informações, destacar tudo com cores vivas e criar muitos banners era uma estratégia válida para atrair clientes. Mas, depois, ele acabou admitindo que o Empório do Lazer online tinha tanta informação, tantas caixas de texto e imagens, que era difícil saber o que era o quê. Se você se identificou com a situação dele, trate de fazer agora uma boa “limpeza” no seu layout. Informações claras, objetivas e bem posicionadas funcionam muito melhor que balões, textos e cores berrantes.


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 O que são Links Patrocinados?
O Link Patrocinado é um serviço pago oferecido pelas ferramentas de busca, como Google, Yahoo, UOL entre outros, de forma que as empresas paguem um valor específico pelo clique de cada palavra-chave do seu negócio.

Alguns Números dos Links Patrocinados
Link Patrocinado é um investimento 100% garantido em retorno de visitas, pois o pagamento só é feito após o clique e não por visualização.
Ferramentas de busca são freqüentemente usadas por usuários Internet;
98.8% dos usuários, usam ferramentas de busca;
11 bilhões de buscas são feitas mensalmente na internet;
85% dos usuários encontram o que precisam na web via sites de busca;
60% dos internautas clicam nos três primeiros resultados da busca;
80% dos internautas não vão para a segunda página dos resultados da busca;

Por que funciona fazer Link Patrocinado?
Formato de mídia qualificada e nada evasiva, pois é o usuário que pesquisa por produtos e serviços que ele tem interesse naquele momento.
Resultados eficientes: anunciante só paga quando internauta clica no anúncio e entra no site de sua empresa;
O anunciante vai estar sempre bem posicionado, devido à administração diária;
Quem tem maior verba total não tem vantagem;
Aumenta a audiência do site de forma qualificada;
Fortalece sua marca na internet;
Resultados em curto prazo;
Resultados mensuráveis;

DIFERENCIAL LD SITES NOS LINKS PATROCINADOS
Equipe de especialistas em Link Patrocinado Google. Temos certificação do próprio Google para administrar campanhas de Links Patrocinados.
Nossa administração vai além dos Links Patrocinados. Interagimos com o Google Analytics, analisando taxa de rejeição e tempo de permanência por página, buscando SEMPRE os melhores resultados para nossos clientes.
Relatórios diários, semanais ou mensais conforme a necessidade dos cliente
 
 
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Escritório de comunicação visual com ampla experiência em websites, otimização de sites, SEO, logomarcas, projetos gráficos criativos e diferenciados para impressos e internet.

Identidade e programação visual, cartazes, displays, sinalização, e-mail marketing, links patrocinados, marketing digital, registro de domínios e hospedagem de sites também fazem parte de nossos serviços.

Empresa especializada na criação de sites e logomarcas profissionais, programação visual e marketing digital

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Na LD Sites, como nas melhores empresas de design da web, temos excelente conceito e referências no desenvolvimento e design profissional, design para web, desenvolvimentos web, websites, serviços de design de logotipos profissionais de qualidade, serviços SEO.

Tecnologicamente a LD Sites pretende ser a empresa Top em web design, estar sempre entre as melhores e principais, não só no Brasil, mas também globalmente. 

Portanto, como a melhor empresa de desenvolvimento de Web sites, nós nos esforçamos entregar sites de alta qualidade para nossos clientes e o mais importante, únicos e exclusivos.

Por favor, visite nosso portfólio e comprove. Navegue em nosso site e veja os prêmios que recebemos ao longo dos últimos anos. Constate a satisfação de nossos clientes e ainda mais, desafiamos você a encontrar na web uma reclamação sequer de nossa empresa.

Como a empresa de desenvolvimento web superior, nossa metodologia de desenvolvimento de site promove uma abordagem interativa baseada no resultado e garante o melhor serviço ao cliente em relação à qualidade, custo e objetivos estratégicos do cliente, sem comprometer-se em qualquer um desses fatores.
  • Com quase 15 anos de mercado construímos uma loja do conhecimento através de centenas de projetos de desenvolvimento de Web sites.
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Nós tornamos uma melhores empresas de design Web do mercado global, impulsionados pela nossa firme crença que a sua presença na Internet é nossa prioridade 1.

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O patamar atual é de 7% da receita do segmento

São Paulo - A Oi espera que os serviços de tecnologia da informação (TI) alcancem o patamar de 15% da receita do segmento corporativo até o final de 2015, informou nesta quarta-feira, 18, o diretor da Unidade de Negócios do Corporativo da companhia, Maurício Vergani.

O patamar atual é de 7% da receita do segmento e a companhia espera crescimento desse tipo de negócio com o lançamento de novos serviços.

A área foi a primeira a receber uma ação integrada com a Portugal Telecom após a fusão, com um showroom conjunto em São Paulo e Lisboa.

Vergani considerou que a ação é parte do processo de reposicionamento da companhia, com alta dos investimentos em oferta de serviços de tecnologias da informação e soluções baseadas em nuvem.

A mudança de posicionamento, disse, vem sendo tocada pelo menos desde 2012, mas a companhia agora selecionou fornecedores, aumentou as equipes de pós-venda.

Há ainda soluções novas como a tecnologia de USSD, que permite a realização de transações bancárias por celulares não conectados a internet, a qual Vergani espera que seja lançada ainda este ano em conjunto com bancos.

Com isso, a Oi espera reduzir sua exposição a serviços de voz em telefonia fixa, no qual tem havido queda de receitas.

No primeiro trimestre de 2014, a receita líquida da operadora de telefonia totalizou R$ 6,9 bilhões, queda de 2,3% no comparativo com o mesmo período do ano anterior.

Vergani avaliou que o crescimento dos negócios corporativos deve contribuir para um equilíbrio das receitas em 2015. Ao final de cinco anos, os novos serviços de TI podem chegar a 25% do faturamento do segmento corporativo, afirmou.

Ele ainda ponderou que a diminuição mais acentuada na voz fixa ocorreu no final do ano passado e que há uma tendência de redução do ritmo de queda.

A área de produtos para clientes empresariais é uma das primeiras a se beneficiar da integração com a Portugal Telecom. Vergani comenta que a Oi já havia adquirido soluções de TI da Portugal Telecom mesmo antes da junção das companhias. "Agora podemos nos beneficiar do desenvolvimento conjunto de soluções", destacou.

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FONTE: Exame

Dois anos após lançamento do produto, empresa anuncia app para smartphones com sistema operacional do Google

A Nike lançou, nesta terça-feira, uma versão do app que acompanha a pulseira inteligente Nike FuelBand para smartphones com sistema operacional Android. Até o momento, o programa – que permite monitorar dados sobre atividades físicas e hábitos de sono dos usuários – estava disponível apenas para iPhone. O app pode ser baixado no Google Play e é gratuito.

Para usar o app, é preciso ter a última versão da pulseira da Nike, chamada FuelBand SE, que chegou ao mercado no final do ano passado. Além disso, o app é compatível apenas com aparelhos que utilizam o Android na versão 4.3 ou superior, o que limita o número de aparelhos compatíveis. De acordo com a página do app, apenas o Galaxy S3, S4, S5, Nexus 5, HTC One e Moto X suportam o uso do aparelho em conjunto com o acessório.

O anúncio do app para Android acontece em meio a rumores de que a Nike poderia deixar de fabricar sua pulseira inteligente. O produto é a principal aposta da empresa no setor de tecnologia, mas sua fabricação é cara e a margem de lucro é considerada pequena. No fim de abril, a empresa negou que tenha a intenção de desistir do produto.

Outra hipótese que circulou no mercado é a possibilidade da venda da divisão de produtos de tecnologia para a Apple, o que poderia acelerar a entrada da empresa de Cupertino no mercado de wearables. Em uma entrevista à emissora de TV americana CNBC, Mike Parker, CEO da Nike, afirmou que o foco da equipe da FuelBand agora é experiência de software e que estava animado para ver o relacionamento com a Apple "evoluir no futuro". Ambas as empresa, contudo, negam os rumores sobre uma possível aquisição.

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FONTE: Veja

Atualmente, as empresas pagam em média R$ 0,23 por minuto pelo uso da rede de outra operadora. Em 2016, isso deve cair para R$ 0,10 por minuto

Brasília - O valor cobrado pelas operadoras de telefonia celular pelo uso de sua rede por companhias concorrentes deve cair 90% até 2019, segundo norma aprovada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Atualmente, as empresas pagam em média R$ 0,23 por minuto pelo uso da rede de outra operadora. Em 2016, isso deve cair para R$ 0,10 por minuto.

A previsão do órgão regulador é que, até 2019, esse valor atinja R$ 0,02 por minuto.

Na prática, esse custo, conhecido como interconexão, funciona como um pedágio.

Ele é pago pela companhia, mas é repassado ao consumidor. Essa é uma das principais causas do chamado "efeito-clube": quando a ligação é feita entre celulares da mesma companhia, essa tarifa não é cobrada.

Por isso, o valor do minuto entre celulares de uma mesma empresa é muito mais barato.

Segundo o conselheiro da Anatel, Rodrigo Zerbone, relator do processo, como o custo da interconexão é muito elevado, as empresas desestimulam seus clientes a fazer esse tipo de ligação.

"É por isso que as companhias costumam dar todos os descontos e benefícios para ligações feitas dentro da própria rede", afirmou.

A queda do custo da interconexão começou em 2012, quando a tarifa era de R$ 0,48 por minuto. No ano passado, ela caiu para R$ 0,33. Já a partir de 2016, a Anatel pretende trabalhar com um modelo de custos.

Segundo Zerbone, com essa mudança, o efeito-clube tende a cair e as operadoras devem começar a lançar planos com preços mais semelhantes para ligações dentro e fora de sua rede - por exemplo, entre dois celulares da Tim e entre um da Tim e outro da Claro.

Com essa mudança, a Anatel espera que haja mais concorrência entre as operadoras.

Também hoje, a Anatel aprovou a redução das tarifas pagas por outras companhias pelo uso da rede de telefonia fixa (TU-RL).

Atualmente em cerca de R$ 0,03 por minuto, ela cairá para R$ 0,01 por minuto em 2016 e para R$ 0,005 em 2019.

O órgão regulador também reduziu o valor de referência para contratos de Exploração Industrial de Linha Dedicada (EILD).

O modelo de custo para esse tipo de contrato terá validade a partir de 2016 e será revisto de quatro em quatro anos.
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FONTE: Exame

Os preços: 199 dólares, na versão de 32 GB de memória, e 299 dólares, na de 64 GB

A Amazon apresentou nesta quarta-feira, nos Estados Unidos, seu primeiro smartphone, o Fire Phone. O aparelho tem tela de LCD de 4,7 polegadas com resolução HD e traz uma tecnologia 3D chamada Dynamic Perspective, que modifica a perspectiva da imagem conforme o usuário movimenta a tela à sua frente. O smartphone é equipado com processador de 2,2 GHz com quatro núcleos e câmera fotográfica com resolução de 13 megapixels.
O acabamento, em vidro Gorilla Glass 3, protege os dois lados do Fire Phone. Os preços do smartphone: 199 dólares, na versão de 32 GB de memória, e 299 dólares, na de 64 GB.

A tecnologia Dynamic Perspective utiliza quatro câmeras frontais para monitorar a posição do usuário. Com isso, ela pode adicionar perspectiva a qualquer imagem ou vídeo, sem necessidade de uso de óculos especiais. O recurso também estará integrado a aplicativos: ao ler um livro no app do Kindle, por exemplo, o usuário pode rolar a página sem precisar tocar na tela, apenas inclinando o aparelho. Em mapas, alterar a perspectiva pode revelar informações sobre um local.

O sistema operacional do Fire Phone é baseado no Android, mas recebeu modificações na interface e recursos, assim como ocorreu com a linha de tablets Kindle Fire. O produto inclui um serviço de suporte chamado Mayday, que inicia uma chamada de vídeo com um funcionário da Amazon para tirar dúvidas sobre como utilizar o smartphone. O sistema da Amazon oferecerá também a tecnologia Firefly, que usa reconhecimento de voz, imagens e texto para identificar filmes, músicas e produtos. Ela é capaz de localizar o conteúdo desejado na loja on-line da Amazon ou mesmo em serviços de streaming de vídeo e música da marca. O Firefly é capaz de localizar mais de 100 milhões de itens na internet, segundo a companhia.

A pré-venda do Fire Phone já foi aberta nos Estados Unidos, apenas por meio da operadora AT&T. Ele será entregue aos consumidores a partir de 25 de julho. A venda do produto está atrelada a um contrato de dois anos com a operadora. O preço inclui uma assinatura de um ano do Amazon Prime, pacote de vantagens da Amazon que permite assistir a vídeos e ouvir músicas sob demanda, emprestar livros digitais no Kindle e comprar produtos com frete grátis por meio da loja on-line. Ao contrário dos rumores, no entanto, não há subsídio da Amazon para acessar esses serviços por meio da rede 4G da AT&T.

E-commerce — O lançamento da Amazon sinaliza que os smartphones e tablets estão rapidamente se tornando a ferramenta principal de pesquisa e compra de produtos pela internet. De acordo com a comScore, o comércio eletrônico por meio de dispositivos móveis cresceu a uma taxa quase duas vezes superior à do varejo on-line durante o primeiro trimestre nos Estados Unidos.

Analistas afirmam que o smartphone da Amazon teria mais oportunidades fora dos Estados Unidos, onde a penetração desse tipo de aparelho é menor. Apenas 30% dos 5,2 bilhões de telefones em operação no mundo são smartphones, de acordo com Vitor Anthony, analista da Topeka Capital Markets, em junho. Por outro lado, se o objetivo é vender mais itens por meio de sua loja on-line, levar o smartphone a países onde compras por meio de celulares ainda engatinha talvez fosse uma decisão precipitada.

No Brasil, as compras realizadas por meio de dispositivos móveis representavam 2,5% de todas as operações on-line em janeiro de 2013, passando a 4,8% em dezembro do mesmo ano. “São poucas as lojas on-line no Brasil preparadas para as peculiaridades da navegação através de tablets e smartphones. Em 2014, isso deve começar a mudar”, escreveu a consultoria E-Bit, em seu relatório anual.

Com o lançamento do novo smartphone, a Amazon aumenta para cinco o número de aparelhos da marca disponíveis nos Estados Unidos. Durante muitos anos, a única aposta da empresa neste segmento era o leitor eletrônico de e-books Kindle, atualmente na segunda versão do Paperwhite. Em 2011, a empresa colocou no mercado seu primeiro tablet com uma versão modificada do Android, o Kindle Fire (agora, na versão HDX).

Entre os investimentos mais recentes da empresa está a central multimídia Fire TV, uma espécie de concorrente para a Apple TV e Chromecast. Com ela, o usuário pode acessar uma série de serviços de vídeo sob demanda, como Netflix, mas também opções da própria empresa, como o Prime Instant Video e o Prime Music – que oferece streaming de música gratuito para assinantes do Amazon Prime, pacote de vantagens da Amazon.

De acordo com a agência de notícias Bloomberg, o smartphone da Amazon é o projeto mais longo realizado pelo Lab126, subsidiária da Amazon especializada na fabricação de eletrônicos, localizada em Cupertino, na Califórnia. Segundo relatos de funcionários próximos ao projeto, o produto estaria em desenvolvimento desde 2009. Outros, como uma versão mais fina do Kindle Paperwhite e um dispositivo para ler cartões de crédito com o smartphone, estariam na lista de futuros lançamentos da Amazon.

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FONTE: Veja

Companhia fez parceria com "centenas de grandes gravadoras e selos independentes" para o novo produto

San Francisco - O YouTube afirmou nesta terça-feira que planeja lançar um serviço pago de transmissão de música. A companhia, controlada pelo Google, fez parceria com "centenas de grandes gravadoras e selos independentes" para o novo produto.

O anúncio ocorre em meio a críticas de alguns grupos que afirmam que o YouTube planeja bloquear o conteúdo de certos selos de aparecer em seu site gratuito de vídeos, a menos que assinem acordos para participar do novo serviço de música.

Segundo os grupos, os acordos sendo oferecidos pelo YouTube são "altamente desfavoráveis e com termos não negociáveis", segundo comunicado divulgado pela Rede Mundial da Indústria Fonográfica Independente.

O YouTube não comentou os termos, mas afirmou em comunicado que o novo serviço vai gerar nova fonte de receita para a indústria da música.

"Estamos adicionando recursos baseados em assinatura no YouTube para gerar a nossos parceiros da indústria fonográfica novas fontes de receita além das centenas de milhões de dólares que o YouTube já gera para eles a cada ano", afirmou o YouTube em comunicado.

O novo serviço deve ser lançado até meados de setembro e permitirá aos usuários acessar música sem anúncios publicitários, segundo uma fonte com conhecimento do assunto. Entre outros recursos esperados está a capacidade de ouvir música offline e ouvir um álbum inteiro de um artista em vez de apenas faixas individuais, como acontece atualmente no YouTube, acrescentou a fonte.

O Google lançou o serviço de música Play All Access, a 9,99 dólares por mês, em 2013. O futuro serviço do YouTube poderá funcionar em conjunto com o Play, para que os usuários não sejam forçados a assinar dois produtos separados, afirmou a fonte.

FONTE: Exame

Honestamente, não acho que alguma coisa tenha mudado, diz Jonathan Ive ao comparar a inovação na Apple antes e depois da morte de Steve Jobs

São Paulo -- Evidentemente, muitas coisas mudaram na Apple depois da morte de Steve Jobs. A empresa agora doa dinheiro para caridade e se preocupa com as condições de trabalho dos chineses que montam seus produtos, por exemplo. 

Mas, para Jonathan (ou Jony) Ive, o poderoso vice-presidente sênior de desenho industrial da Apple, no que se refere à inovação, nada mudou.

Pelo menos é o que ele diz numa entrevista ao New York Times, parte de um extenso perfil de Tim Cook, o CEO da Apple, feito pelo jornal. Ive era, talvez, a pessoa mais próxima de Steve Jobs na empresa. Os dois almoçavam juntos quase todos os dias.

Agora, ele se encontra com Tim Cook três vezes por semana, normalmente na sala de trabalho de um dos dois. Mas, para ele, o ritmo da inovação continua o mesmo. “Honestamente, não acho que alguma coisa tenha mudado”, disse ao New York Times.

Até a pressão do mercado por produtos novos e excitantes não é, na visão de Ive, muito diferente da que existia no passado: “As pessoas se sentiam exatamente da mesma maneira quando estávamos trabalhando no iPhone”, disse ele.

Ive sugere que essa pressão também existe internamente na Apple: “É difícil, para todos nós, ser pacientes. Era difícil para Steve. E é difícil para Tim”. Ive ainda compara a maneira de trabalhar dos dois executivos.

Ele afirma que Jobs era maníaco por design. Já Cook tende a avaliar os projetos com cuidado, dedicando certo tempo a isso. Para Ive, isso “ilustra o fato de que ele sabe que isso é importante.”

O New York Times também entrevistou outras pessoas que veem a questão de forma diferente. Michael Cusumano, professor do MIT que estudou o caso Apple para um livro sobre inovação, por exemplo, acha que Jobs faz falta.

Para ele, o que falta à empresa é um visionário para juntar as ideias dispersas em algum produto mágico. “Acho que vai ser muito difícil, para eles, criar seu próximo produto sensacional”, diz. “Eles perderam seu coração e sua alma.”

Companhia quer universalizar o acesso à internet com balões aerostáticos

Los Angeles - Os responsáveis do projeto de balões aerostáticos com o qual o Google quer universalizar o acesso à internet, Project Loon, esperam que o sistema esteja operacional em 2015 em "um ou vários países", segundo publicou nesta segunda-feira a revista "Wired".

O Project Loon nasceu em junho de 2013 e durante os últimos meses esteve funcionando em modo de testes em diferentes lugares do mundo.

O Google revelou hoje que recentemente aconteceu um teste em uma região do Brasil próxima ao Equador com balões capazes de transmitir sinal LTE (4G) diretamente a telefones celulares.

"Para o segundo aniversário de Loon espero que, no lugar de experimentos, tenhamos mais ou menos um grupo permanente de balões. Em um ou vários países você ligará seu telefone e estará conectado com os balões", disse o líder da divisão Google X, Astro Teller.

Os balões são capazes de voar o dobro de altitude que um avião, alheios a inclemências meteorológicas e com capacidade para fornecer uma conexão de 22 MB por segundo a uma antena em terra e 5 MB por segundo a um telefone.

Atualmente estes dispositivos aerostáticos são capazes de voar uma média de 75 dias de forma ininterrupta.

Para 2015, Teller confia que o tempo médio de voo seja de 100 dias e haja uma frota de entre 300 e 400 balões cruzando os céus do planeta.
FONTE: Exame

Aparelho pode ser lançado com 12 ou 14 centímetros, segundo novo vazamento

São Paulo - Os vazamentos e especulações sobre o iPhone 6 não param. Desta vez, o blogueiro Sonny Dickson, conhecido por ter vazado imagens corretas do iPhone 5c, publicou duas fotos do suposto novo iPhone.

Nas imagens publicadas em seu Twitter, é possível notar que o aparelho aparece em dois tamanhos, reforçando os rumores de que a Apple estivesse preparando dois modelos diferentes para este lançamento. Segundo o site Gizmondo, especializado em tecnologia, o iPhone 6 estaria sendo feito com 4,7 e 5,5 polegadas, cerca de 12 e 14 centímetros respectivamente.

A produção teria começado no mês de maio.

No começo da semana, outras imagens já haviam sugerido um aparelho mais fino e maior. Até agora, nenhum dos rumores foi confirmado e pode ser que as imagens não sejam verdadeiras.

A Apple costuma anunciar novos modelos do iPhone em setembro. Se mantiver a tradição, o novo smartphone será lançado junto com o iOS 8, nova versão do sistema operacional do iPhone e do iPad.

Em outubro, a Apple deve anunciar novos modelos do iPad e seu relógio inteligente, o iWatch.
FONTE: Exame

Relatório da Cisco indica também que transmissão dos jogos da Copa de Mundo pela internet vai turbinar o tráfego de dados em 4,3 exabytes

São Paulo - Um estudo global da Cisco indica que o tráfego do protocolo de internet (IP) vai crescer mais de 20% em todo planeta, atingindo marca anual de 1,6 zetabytes, em 2018.

O valor corresponde ao tráfego de 1 trilhão e meio de gigabytes, por ano.

O estudo prevê ainda que serão 645 milhões de dispositivos conectados em 2018, em todo globo. Em 2013 eram 418,5 milhões.

No Brasil, o aumento no tráfego de dados deve ser de duas vezes, no período entre 2013 e 2018. A taxa mensal de 3,9 exabytes é projetada para 2018, contra 1,6 exabytes mensais em 2013.

Com a expectativa de que milhões de pessoas assistam aos jogos da Copa do Mundo pela internet, o tráfego de dados pela rede deve ser turbinado, segundo o Cisco Visual Networking Index. Streamings de vídeo e transmissões em IP do Mundial no Brasil vão gerar 4,3 exabytes de tráfego.

O valor é o triplo do tráfego IP mensal gerado atualmente no Brasil, indica a Cisco. De acordo com a empresa, a troca de dados gerada por 60 mil pessoas em um estádio e viajando para os jogos será maior do que o tráfego embusy hour, o horário de pico dos 94 milhões de assinantes de smartphones no Brasil.
FONTE: Exame

Stickers podem ser compartilhados por meio do app de mensagens instantâneas da marca e também publicados nas redes sociais

Um novo aplicativo para iPhone e iPad criado pela Line, empresa japonesa dona de um dos principais rivais do WhatsApp, misturou duas paixões dos usuários de internet: os selfies, fotografias que as pessoas tiram de si mesmas, e os stickers, populares figurinhas virtuais trocadas por meio de serviços de mensagens instantâneas.

O programa, que já está disponível em português, é chamado de Line Selfie Sticker e permite ajustar a foto do usuário em mais de 130 modelos de personagens.

O novo programa da Line lembra outro app que ficou famoso no Brasil no final de 2013, chamado MomentCam. Com ele, o usuário pode ajustar imagens tiradas com a câmera em diversos modelos de desenhos organizados por temas. Atualmente, este app inclui personagens relacionados à Copa do Mundo, filmes famosos e esportes. Desde o lançamento em outubro do ano passado, o MomentCam já foi baixado mais de 10 milhões de vezes no Google Play.

No aplicativo que a Line criou, o usuário pode adicionar balões com mensagens após ajustar a foto no personagem escolhido. Os stickers estarão prontos para as pessoas compartilharem por meio de mensagens instantâneas do Line, mas também nas redes sociais, como Facebook, Instagram e Twitter.

Embora a empresa ainda não tenha divulgado nenhuma informação sobre o assunto, é possível que alguns modelos de stickers sejam vendidos por meio do app. A Line já faz isso por meio do app de mensagens instantâneas e obtém uma receita significativa com as figurinhas. A empresa não é a única a apostar na oferta de stickers por meio de mensagens instantâneas. O Facebook Messenger também possui um recurso similar.

Atualmente, o aplicativo de mensagens instantâneas Line é o segundo mais popular do mundo, com cerca de 250 milhões de usuários ativos. Em abril, executivos da empresa informaram que o serviço alcançará 600 milhões de pessoas cadastradas no final de 2014 e o total deve chegar a 1 bilhão em algum momento em 2015. O principal rival do serviço é o WhatsApp, que atualmente conta com cerca de 450 milhões de usuários ativos.
FONTE: Veja

Programa ficou disponível na App Store na madrugada desta terça-feira

Um aplicativo em desenvolvimento do Facebook, chamado Slingshot, ficou disponível por algumas horas na AppStore, loja de aplicativos para iPhone e iPad, na madrugada desta terça-feira.

O programa é, na prática, uma cópia do Snapchat, app que permite compartilhar fotos, vídeos e mensagens que desaparecem instantes após serem recebidas pelo destinatário. Algumas horas após chegar à AppStore, o app foi retirado da loja - mas deve voltar em breve.

Por meio de comunicado, o Facebook confirmou que o novo app ainda está em fase de desenvolvimento. “Mais cedo, nós lançamos acidentalmente uma versão do Slingshot, um novo app em que estamos trabalhando. Com ele será possível compartilhar momentos com várias pessoas de uma só vez. Ele estará pronto em breve e estamos animados para ver os usuários testarem o serviço”, diz o texto.

Para usar, é preciso enviar uma imagem ou vídeo para um ou mais amigos. A diferença do novo serviço do Facebook para o Snapchat é que o destinatário só poderá ver o conteúdo da mensagem após compartilhar outro conteúdo com o mesmo amigo. Com isso, a empresa tenta manter os usuários durante mais tempo no app e estimulá-los a compartilhar mais conteúdo com seus contatos. As mensagens são apagadas após um período de tempo, que ainda não foi informado pelo Facebook.

O lançamento do app demonstra o interesse do Facebook pelo Snapchat, pelo qual já teria feito duas ofertas de compra: uma de 1 bilhão de dólares e outra de 3 bilhões de dólares, no fim de 2013. Nenhuma das partes envolvidas confirma as negociações. Desde então, rumores de que a equipe da rede social mais popular do mundo estaria investindo em um aplicativo semelhante ao Snapchat circulam no mercado.

O Facebook não é o único que está de olho no sucesso do Snapchat. Na semana passada, a equipe do app de namoro Tinder anunciou um novo recurso chamado Momentos, que encoraja os usuários a compartilhar fotos com potenciais interessados. Ao contrário de apagar as imagens em dez segundos após a visualização, como o Snapchat, o Tinder promete apagar as imagens em até 24 horas após o envio.
FONTE: Veja

O brasileiro que criou o app fala sobre recursos recém-lançados e revela planos: aprimorar a experiência de usuários de aparelhos com sistema Android

O paulistano Mike Krieger é um talento brasileiro lapidado no Vale do Silício, o pulmão californiano da tecnologia. Aos 28 anos, ele é cofundador do Instagram, aplicativo para smartphones e tablets que transforma fotos triviais feitas em celulares em imagens atraentes e em muitas vezes artísticas.

O app — fruto de uma parceria com o engenheiro americano Kevin Systrom, atual CEO da empresa e ex-colega do brasileiro na badalada Universidade de Stanford — não para de ganhar usuários. Hoje, são mais de 200 milhões de pessoas. Estima-se que em 2012, quando o programa foi comprado pelo Facebook por 1 bilhão de dólares, Krieger tenha levado para casa 100 milhões de reais. Mas no mundo digital o sucesso pode ser fugaz. Por isso, nos últimos dois meses, o brasileiro e parte dos 140 funcionários da companhia trabalharam em um projeto considerado estratégico: incrementar as ferramentas de edição de fotos. Na última terça-feira, dez novos recursos foram introduzidos. O recurso que merece maior destaque é o que permite ajustar a intensidade dos 20 filtros disponíveis no app. Do QG oficial da empresa em Menlo Park, na Califórnia, Krieger falou com exclusividade a VEJA.com sobre as mudanças e também sobre os próximos desafios: esquadrinhar o comportamento dos usuários de smartphones e tablets que rodam com sistema operacional Android, do Google. "Esse será nosso grande investimento nos próximos meses", diz Krieger. Confira a conversa a seguir:

Por que introduzir mais ferramentas de edição de imagens no Instagram? Recentemente, aprofundamos nossa experiência com manipulação de imagem. No Instagram, temos mestres e doutores especialistas no assunto que conseguem fazer com que ideias acadêmicas sejam transformadas em produtos. Eles foram os responsáveis, por exemplo, por criar alguns dos recursos exibidos nos vídeos. Como parte do processo, eles voltaram às raízes acadêmicas, acompanharam artigos relativos à edição de imagens e apresentaram algumas informações para outros times da companhia. Em dois meses, trabalhamos no desenvolvimento e execução das dez ferramentas de edição que já estão disponíveis na última versão do app.

O que a empresa pretende com os novos recursos? Fornecer mais poder aos usuários. As imagens podem mudar a maneira como as pessoas vivem e têm a capacidade de preservar momentos especiais. Com mais ferramentas de edição, temos uma experiência ainda mais prazerosa. Antes de disponibilizar os recursos ao público, fizemos testes entre funcionários do Facebook e Instagram. Recebemos uma série de elogios — e o melhor: percebemos que as pessoas permaneceram por mais tempo no app, buscando ajustar a intensidade do filtro ideal para partilhar a imagem com seus amigos.

Vocês vão oferecer mais recursos para vídeos? A intenção é entender como o usuário será impactado tendo em mãos o maior controle das fotos. Os mecanismos que fizerem sentido serão estendidos para os vídeos.

Integrar o app a câmeras digitais pode ser o próximo passo do Instagram? Não, nosso foco está totalmente voltado aos smartphones. Há algum tempo, estamos de olho nos aparelhos que usam o sistema Android em todo o mundo: a projeção de mercado é incrível (estima-se que existam quase 1 bilhão de smartphones com Android em operação). Quando começamos, há quase quatro anos, o sistema operacional do Google não era popular. Seu avanço, no entanto, fez com que nossos esforços se voltassem para os usuários desse segmento. Queremos melhorar a experiência desses usuários. Nossos engenheiros estão trabalhando diariamente para entender o comportamento do usuário e facilitar sua vida no momento em que ele quer registrar uma imagem por meio do app. Esse será nosso grande investimento nos próximos meses.

Qual é a diferença entre usuários brasileiros do app e os do resto do mundo? Não tenho uma pesquisa a respeito. Empiricamente, posso dizer que o brasileiro faz mais registros de pessoas, na balada, no shopping, em casa ou em uma festa. O sentimento de pertencimento a um grupo é uma característica evidente na maioria das pessoas do nosso país. Isso é fascinante.

Por que o Instagram faz tanto sucesso? Eu e o Kevin somos obcecados por detalhes. Quando tinha cinco anos e morava em Portugal, minha diversão era fazer registros por meio de câmeras. Eu quis levar essa experiência para o mundo, mas usando filtros que transformassem uma foto em obra de arte. Em pouco tempo, percebemos que as pessoas que aderem ao Instagram se tornam potenciais fotógrafos.

O maior rival do Instagram talvez seja sua nave-mãe, o Facebook. Por que o app não tem um concorrente à altura? Para responder a essa pergunta, precisamos voltar ao lançamento do app, em outubro de 2010, quando a competição era bem mais intensa. Tínhamos mais concorrentes oferecendo recursos parecidos e a disputa por um novo usuário era acirrada. Na época, adotamos as práticas que nos colocariam à frente dos rivais: atender nossa comunidade de usuários e cuidar dela. Nossa primeira estratégia não foi contratar um time de engenheiros ou programadores: buscamos um profissional de comunicação. Queríamos romper distâncias e aproximar pessoas por um mesmo interesse: as imagens. Parece que estamos cumprindo bem esse objetivo. Outro ponto importante é manter a simplicidade do produto, mas sempre oferecer aos usuários sofisticação e qualidade. Esse fator permitiu que pessoas de faixas etárias completamente diferentes aderissem ao app. Meus pais e minha avó, por exemplo, são usuários assíduos do serviço.
FONTE: Veja

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